Cesta básica ficou mais cara em 16 capitais em março, aponta Dieese
Cesta básica ficou mais cara em 16 capitais em março, aponta Dieese
A cesta básica ficou mais cara em março em 16 das 27 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese) em 2015. As maiores altas foram registradas em Vitória (4,19%), Palmas (3,41%) e Salvador (3,22%).
Entre as 11 capitais que tiveram queda no custo da cesta básica, as retrações mais significativas foram verificadas em Manaus (-12,87%) e Boa Vista (-7,05%).
Brasília foi a capital com maior custo da cesta básica (R$ 444,74), seguida de São Paulo (R$ 444,11) e Florianópolis (R$ 441,06). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 325,98), Maceió (R$ 342,55) e Rio Branco (R$ 342,66).
Nos três primeiros meses do ano, as maiores altas acumuladas foram as registradas em Belém (17,60%), Aracaju (14,25%), Goiânia (12,77%) e Fortaleza (12,72%). Em 10 capitais, o aumento em no 1º trimestre foi superior a 10%. A única diminuição foi registrada em Porto Alegre (-0,82%).
Segundo o Dieese, entre os produtos que mais pesaram ao asumento do custo da cesta básica em março, destacam-se o feijão, manteiga, leite, café em pó, açúcar e batata.
Já o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 96 horas e 24 minutos, ligeiramente inferior à jornada calculada para fevereiro, de 96 horas e 37 minutos.
Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em março 47,63% dos vencimentos para adquirir os mesmos produtos que, em fevereiro, demandavam 47,74%.
G1

